O Ministério Público Federal (MPF) se reuniu na última sexta-feira (10) com órgãos ambientais, pesquisadores e representantes do poder público para discutir os laudos sobre a morte dos peixes-bois-marinhos Netuno e Paty, em agosto de 2025, na região de Porto de Pedras, em Alagoas. Os documentos apontam exposição dos animais a substâncias químicas, mas não confirmam a causa exata das mortes.
De acordo com o laudo divulgado, os peixes-bois apresentaram resíduos de compostos químicos, levantando suspeitas sobre contaminação ambiental na região. No entanto, os especialistas destacam que ainda não é possível estabelecer uma relação direta entre a exposição e os óbitos, o que mantém o mistério sobre o caso.
A reunião no MPF serviu para alinhar os próximos passos da investigação, que agora depende de novos exames e análises mais aprofundadas. Ambientalistas e pesquisadores cobram agilidade nas apurações, enquanto o poder público promete reforçar a fiscalização na área.
O caso dos peixes-bois Netuno e Paty acendeu um alerta para a preservação da espécie ameaçada de extinção em Alagoas. A expectativa é que novos laudos sejam apresentados nos próximos meses, podendo indicar responsabilidades e medidas de proteção ambiental na região de Porto de Pedras.
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