O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que Moscou vai endurecer os métodos de resposta ao apoio militar e financeiro que o Ocidente segue dando à Ucrânia. A declaração foi dada em entrevista a um veículo estatal, sem detalhar quais ações concretas serão adotadas.
Lavrov criticou a escalada do envio de armamentos a Kiev e disse que a Rússia não vai aceitar o que classificou como interferência direta no conflito. O chanceler evitou prazos, mas deixou no ar que as próximas medidas podem atingir não só alvos militares, mas também interesses ocidentais em outras áreas.
Analistas veem a fala como um recado duplo: para o público interno, reforça a narrativa de confronto; para o exterior, sinaliza que a Rússia não recua diante da pressão. Ainda assim, especialistas ponderam que o endurecimento prometido pode esbarrar em limites logísticos e diplomáticos.
O próximo passo esperado é a observação de como os aliados de Kiev reagem à ameaça, especialmente em meio a negociações que seguem travadas. A promessa de Lavrov, por ora, mantém o tom de tensão que domina o cenário internacional.
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