A manhã desta quarta-feira virou um teste de paciência para quem depende da Linha 1 do metrô. Passageiros relatam trens parados e longas esperas, com viagens que passaram de uma hora apenas para percorrer o trecho na região da Tijuca. Os avisos nas estações apontam uma ocorrência na área da Estácio, mas a falta de detalhes só aumenta o clima de tensão entre os usuários.
Enquanto isso, o caos no transporte sobre trilhos não é exclusividade do Rio. Em São Paulo, uma greve na CPTM paralisou parcialmente três linhas, e no Recife, a Linha Sul incorporou um trem de BH para amenizar a crise, mas passageiros ainda enfrentam calor. O cenário reforça o descaso histórico com a mobilidade urbana, que cobra seu preço diário de quem depende do transporte público.
A concessionária ainda não divulgou previsão de normalização, e a orientação é que os usuários busquem alternativas. A expectativa é que a situação se resolva ao longo do dia, mas o prejuízo já está feito: atrasos, correria e estresse para milhares de trabalhadores. Resta saber se alguma medida concreta será tomada para evitar que o transtorno vire rotina.
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