A Polícia Federal mirou em Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula, durante operação em Curitiba. O assessor, que passou a última década ao lado do chefe do Executivo, é investigado por suposto envolvimento em esquema de empréstimos.

Marcola era responsável por transmitir mensagens e recados ao presidente, além de controlar a agenda oficial. A proximidade com Lula o tornou figura central no entorno presidencial, mas agora ele responde a suspeitas que podem abalar a confiança no núcleo político.

A operação em Curitiba levanta questionamentos sobre o alcance das investigações e o impacto no governo. Nos bastidores, aliados avaliam os desdobramentos e aguardam os próximos passos da PF.

O caso deve ganhar novos capítulos nas próximas semanas, com possíveis novas diligências e depoimentos. A expectativa é de que Marcola apresente defesa formal e esclareça sua participação nas transações sob suspeita.

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