A coluna do jornal O Globo trouxe à tona uma movimentação que agita os bastidores políticos: Marina JHC, esposa do pré-candidato ao governo de Alagoas João Henrique Caldas (JHC), pode compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro como vice. A informação, repercutida pelo portal Francês News, coloca a alagoana no centro de uma articulação nacional que promete esquentar a sucessão de 2026.

Enquanto o nome de Marina ganha força em Brasília, JHC segue focado na corrida estadual, tentando consolidar sua pré-candidatura ao Palácio República dos Palmares. A possível dobradinha, no entanto, levanta questionamentos sobre os bastidores da aliança e o peso que Alagoas pode ter em uma chapa presidencial encabeçada por um nome ligado ao bolsonarismo.

Os cenários, porém, não são tranquilos. Pesquisa Datafolha recente aponta rejeição recorde tanto a Lula quanto a Flávio Bolsonaro, com 48% e 46% dos eleitores descartando os nomes para 2026. O dado, divulgado pelo portal República do Povo, sugere que a eventual chapa enfrentaria um caminho íngreme, mesmo com o apoio de figuras regionais como JHC.

Nos bastidores, a leitura é de que a indicação de Marina seria uma estratégia para ampliar a capilaridade do bolsonarismo no Nordeste, região onde o ex-presidente Jair Bolsonaro tem menor penetração. Resta saber se a articulação vingará e como isso impactará a campanha de JHC em Alagoas, que já enfrenta impasses nos maiores colégios eleitorais do país, conforme análise do República do Povo.

O próximo passo esperado é a oficialização das pré-candidaturas e a definição dos palanques estaduais. Enquanto isso, o nome de Marina circula como moeda de troca em um xadrez político que pode redesenhar as alianças no estado e no país.

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