O número de mortos em decorrência das inundações que atingem o Nepal e a China já ultrapassa 680, segundo balanço divulgado pelas autoridades locais. A tragédia, que combina chuvas torrenciais e deslizamentos, levou os governos dos dois países a solicitarem oficialmente ajuda internacional para reforçar as operações de resgate.
No Nepal, a situação é crítica: além das dezenas de óbitos confirmados, há 384 turistas desaparecidos, muitos deles em regiões de difícil acesso. Conforme repercutiu o portal República do Povo, equipes de busca trabalham contra o tempo para localizar os estrangeiros, enquanto a infraestrutura local segue comprometida por pontes destruídas e estradas alagadas.
Na China, as enchentes atingem principalmente áreas rurais e cidades de médio porte, onde a capacidade de resposta é limitada. A combinação de fatores climáticos extremos, agravados pela falta de planejamento urbano em zonas de risco, tem sido apontada por especialistas como a principal causa da dimensão da catástrofe.
Enquanto isso, a comunidade internacional observa com apreensão o avanço das águas. A expectativa é que novos apelos por doações e envio de equipes especializadas sejam feitos nos próximos dias, à medida que o número de desabrigados cresce e as previsões meteorológicas indicam mais chuvas para a região.
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