O Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou um inquérito civil para apurar possíveis danos ambientais e riscos à saúde pública após a desativação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do bairro Poeira, em Marechal Deodoro. A unidade, operada pela BRK Ambiental, está fora de funcionamento, segundo o órgão.
A investigação levanta suspeitas de que a paralisação da ETE possa estar causando impactos no meio ambiente e na população local. O MPAL busca esclarecer se a empresa responsável cumpriu as normas ambientais e de saúde ao interromper as atividades.
A BRK Ambiental, que administra o sistema de esgoto na região, agora terá que apresentar explicações ao Ministério Público. O caso promete repercutir na política local, já que Marechal Deodoro enfrenta desafios históricos com saneamento básico.
O próximo passo é a coleta de documentos e depoimentos para determinar se houve negligência ou irregularidades. A perspectiva é que o MPAL exija medidas corretivas e, se comprovados os danos, ações judiciais contra a concessionária.
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