MPAL bloqueia aplicativo ZANGI usado em exploração sexual de crianças e adolescentes em Alagoas

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) conseguiu na Justiça o bloqueio do aplicativo de mensagens ZANGI, utilizado para a prática de exploração sexual de crianças e adolescentes. A decisão foi obtida após uma atuação estratégica que envolveu as promotorias de Justiça das áreas criminal e cível, resultando na suspensão imediata do funcionamento da plataforma em território alagoano.

Segundo informações divulgadas pela Folha de Alagoas, a medida foi tomada para impedir que novos crimes sexuais fossem cometidos por meio do aplicativo. O MPAL não detalhou quantos casos já foram identificados, mas a articulação entre as promotorias foi essencial para agilizar o bloqueio e proteger as vítimas.

A ação do MPAL reforça o combate a crimes virtuais contra crianças e adolescentes, um tema que tem ganhado atenção das autoridades locais. O bloqueio do ZANGI é visto como um passo importante, mas a investigação deve continuar para identificar responsáveis e possíveis novas plataformas usadas com o mesmo fim.

O próximo passo esperado é o aprofundamento das investigações e a possível responsabilização criminal dos envolvidos na operação do aplicativo. A decisão também serve de alerta para outras plataformas que possam ser usadas para fins ilícitos no estado.

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