O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf), denunciou os integrantes de uma organização criminosa investigada na Operação Portorium. A ação pede penas que somam até 411 anos de reclusão para os envolvidos.
A denúncia, protocolada nesta semana, aponta crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro praticados pelo grupo. A operação, que já havia sido deflagrada anteriormente, agora avança na fase judicial com a apresentação das acusações formais pelo MPAL.
O Gaesf, responsável pela investigação, detalhou que a organização criminosa atuava de forma estruturada para ocultar bens e valores obtidos por meio de fraudes tributárias. O esquema, segundo o MP, envolvia empresas de fachada e movimentações financeiras suspeitas.
A Justiça de Alagoas agora analisa o pedido de condenação. Caso aceito, os réus podem enfrentar décadas de prisão. A Operação Portorium é mais um capítulo na ofensiva do MPAL contra crimes financeiros no estado, que já resultou em outras denúncias e operações recentes, como a que prendeu integrantes do Comando Vermelho em Arapiraca.
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