As advogadas Adriana Mangabeira Wanderley e Talitha Camargo da Fonseca protocolaram um requerimento administrativo no Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental de Maceió (IPLAM) para cobrar explicações sobre a reforma na sede histórica da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Alagoas (OAB/AL). O pedido aponta inconsistências na documentação do projeto, que já passou pela primeira etapa das obras.
A ação das profissionais levanta suspeitas sobre a legalidade do processo de licenciamento. O prédio, localizado em área tombada, exige cuidados redobrados com a preservação patrimonial — algo que, segundo as advogadas, pode ter sido negligenciado.
Até o momento, o IPLAM não se pronunciou oficialmente sobre o requerimento. A OAB/AL também não comentou o caso. A expectativa é que o instituto analise os documentos e se manifeste nos próximos dias, podendo suspender ou ajustar o andamento da reforma.
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