Operação Colheita Proibida: PF cumpre mandados em Alagoas contra cultivo ilegal de maconha

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (26) a Operação Colheita Proibida, que cumpriu 13 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão em vários estados, incluindo Alagoas, contra o cultivo ilegal de maconha. A ação integrada visa desarticular uma rede de produção e distribuição da droga que atuava em diferentes regiões do país.

Segundo informações divulgadas pela PF, a operação foi desencadeada após investigações que apontaram a existência de estufas e plantios de cannabis em áreas rurais e urbanas. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal e cumpridos simultaneamente em Alagoas, Bahia e Pernambuco, além de outros estados que não tiveram os nomes revelados.

Impacto da operação

As autoridades estimam que o grupo criminoso movimentava grandes quantidades de entorpecentes, com capacidade de produção que abastecia tanto o mercado local quanto outras regiões. Durante as buscas, foram apreendidos equipamentos de irrigação, insumos agrícolas, armamentos e materiais para embalagem da droga.

A PF também informou que os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e, em alguns casos, por posse ilegal de arma de fogo. As penas podem ultrapassar 15 anos de reclusão, dependendo da condenação.

Panorama regional

Alagoas tem sido alvo frequente de operações policiais contra o tráfico, especialmente em áreas de difícil acesso. Recentemente, a Polícia Civil e o Ministério Público de Alagoas e Pernambuco deflagraram ações contra fraudes em concursos públicos e prisões de foragidos, mostrando um esforço integrado das forças de segurança.

Em operações anteriores, como a PF desarticula rede de cultivo e tráfico de maconha em Alagoas, Bahia e Pernambuco, já haviam sido identificados esquemas semelhantes. A nova ação reforça o combate ao narcotráfico na região, que enfrenta desafios logísticos e de fiscalização.

As investigações continuam em andamento, e a PF não descarta novas fases da operação. A população pode colaborar com denúncias anônimas pelos canais oficiais, como o Disque 100 e o site da própria instituição.

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