A China afirmou estar disposta a retomar o diálogo militar com os Estados Unidos, mas deixou claro que não aceitará qualquer negociação que envolva a venda de armas para Taiwan. A declaração foi feita em meio à escalada de tensões na região do Pacífico.
Autoridades chinesas destacaram que a comunicação entre os exércitos é essencial para evitar mal-entendidos, mas ressaltaram que a soberania sobre Taiwan é inegociável. Qualquer movimento nesse sentido seria visto como interferência em assuntos internos.
A postura de Pequim surge em um momento em que Washington avalia novos pacotes de apoio militar à ilha, o que tem gerado reações duras do governo chinês. Para analistas, a mensagem é dupla: manter canais abertos, mas endurecer o discurso contra provocações.
O próximo passo esperado é uma resposta oficial dos EUA à proposta chinesa, que pode definir o tom das relações bilaterais nos próximos meses. Enquanto isso, a região segue em alerta máximo diante de possíveis novos anúncios de armamentos.
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