A perícia no tacógrafo do ônibus que tombou na Região Serrana do Rio, matando dez pessoas, pode ser a chave para explicar a tragédia. O aparelho, que registra a velocidade e o tempo de direção, deve apontar se o veículo estava acima do limite na descida da Serra de Petrópolis, onde ocorreu o acidente.
Segundo informações do portal Tribuna do Sertão, pelo menos sete vítimas que estavam no coletivo continuam internadas em unidade de saúde, entre elas o condutor do veículo. O estado de saúde delas não foi detalhado, mas a presença do motorista entre os feridos levanta questionamentos sobre as condições da pista e a mecânica do ônibus.
O acidente, que chocou a região, reacende o debate sobre a segurança no transporte de passageiros em trechos de serra. A velocidade, aliada ao relevo acidentado, é apontada como um dos fatores mais comuns em tombamentos desse tipo, e a perícia deve confirmar ou descartar essa hipótese.
Agora, a expectativa é que o laudo do tacógrafo seja concluído nos próximos dias, trazendo respostas às famílias das vítimas e subsidiando possíveis responsabilizações. Enquanto isso, os sobreviventes seguem sob cuidados médicos, e a investigação tenta reconstruir os minutos que antecederam a queda.
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