Em meio à turbulência diplomática com os Estados Unidos, o governo Lula apresentou um plano que repete 31 vezes a palavra ‘soberania’. O documento, que circula nos bastidores de Brasília, escancara a preocupação do Planalto em blindar o país diante de pressões externas.
A estratégia não é só retórica: o texto prevê reforço de investimentos nas Forças Armadas, sinalizando que a defesa nacional virou prioridade na agenda. Para aliados, a mensagem é clara — o Brasil não pretende ceder a chantagens internacionais.
A movimentação ocorre em um cenário de atritos com Washington, que tem cobrado posições mais duras do governo brasileiro em temas sensíveis. Nos corredores do poder, a avaliação é de que o plano serve tanto para acalmar a base quanto para mostrar força externa.
Enquanto isso, a oposição já articula críticas, apontando suposto ‘populismo patriótico’. Mas o Planalto segue apostando na narrativa de autonomia, e o próximo passo deve ser a divulgação detalhada dos investimentos militares, prevista para as próximas semanas.
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