Polícia: seguranças que espancaram ciclista em Copacabana atuavam de forma clandestina

A Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que os seguranças de rua envolvidos no espancamento do ciclista Cláudio Rafael, em Copacabana, no último dia 11, atuavam de forma clandestina. A informação foi divulgada nesta semana, enquanto as investigações avançam para esclarecer a dinâmica do crime que chocou a cidade.

Cláudio Rafael, que tinha transtornos psicológicos, foi confundido com um ladrão e agredido brutalmente pelos vigias e por dois entregadores de aplicativo. O caso ganhou repercussão nacional após vídeos mostrarem a violência extrema. A polícia agora trabalha para localizar os entregadores, que seguem foragidos, enquanto os seguranças já tiveram as prisões mantidas pela Justiça, como noticiou o República do Povo.

Em depoimento, um dos seguranças afirmou que um colega “achou graça” após o espancamento, perguntando: “você vai ficar rindo?” — revelando a frieza dos envolvidos, conforme registrou o República do Povo. A fala reforça a gravidade do caso e a necessidade de responsabilização.

O caso, ocorrido em Copacabana, levanta questionamentos sobre a atuação de seguranças informais nas ruas do Rio. A polícia segue investigando e a expectativa é de que novos desdobramentos surjam nos próximos dias, especialmente com a prisão dos entregadores foragidos.

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