O nome que domina o Complexo de Israel, na capital, é Álvaro Malaquias Santa Rosa, mais conhecido como Peixão. Com um histórico de violência que impressiona, ele acumula 79 anotações criminais e responde a 26 processos no Tribunal de Justiça de Alagoas. Mesmo assim, nunca foi preso — o que levanta questionamentos sobre como o sistema tem tratado o caso.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, que trouxe a informação, Peixão comanda a região com mão de ferro, impondo medo e controlando o dia a dia da comunidade. O perfil violento é uma marca registrada, mas a impunidade também chama atenção: com tantos registros, a ausência de uma prisão soa no mínimo curiosa.
O cenário escancara um problema que vai além da figura de Peixão: a dificuldade em efetivar prisões de lideranças do crime organizado em Alagoas. Enquanto isso, a população do Complexo de Israel segue refém de um comando que age com total liberdade, sem que as autoridades apresentem uma resposta à altura.
O próximo passo esperado é que o caso ganhe repercussão e pressione o Judiciário e a Segurança Pública a explicarem como um investigado com esse histórico segue em liberdade. A cobrança por uma ação efetiva deve crescer nos próximos dias.
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