Membros do governo federal avaliam que a lei de reciprocidade comercial contra os Estados Unidos não deve ser aplicada antes das eleições de 2026. A avaliação interna é de que o momento político exige cautela, e a medida pode esperar um cenário mais estável.
O Planalto, porém, não descarta mudar de posição caso Washington anuncie alguma nova ação contra o Brasil. A leitura é de que a reciprocidade é uma ferramenta de negociação, e não uma resposta automática.
Nos bastidores, a leitura é que o governo quer evitar atritos externos em ano eleitoral, especialmente com um parceiro comercial relevante. A decisão final, no entanto, segue em aberto e depende dos próximos movimentos da Casa Branca.
Para analistas políticos, o adiamento sinaliza prioridade à agenda doméstica, mas também abre espaço para críticas de setores que cobram posição mais firme. O próximo passo deve ser monitorar as declarações oficiais de Washington antes de qualquer anúncio.
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