O relator da PEC que propõe o fim da jornada 6×1 afirmou que a aprovação no Senado é questão de sobrevivência política. Em tom de alerta, ele classificou a omissão dos parlamentares como um verdadeiro “suicídio” político, já que a pauta mobiliza a opinião pública e pode pesar nas urnas de 2026.
Segundo o presidente da Casa, há um acordo em construção para que o relatório seja analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No entanto, o dirigente não mencionou prazos nem a votação em plenário, o que levanta dúvidas sobre a real disposição do Senado em pautar a matéria ainda neste semestre.
Enquanto isso, o tema ganha eco em Alagoas, onde a discussão sobre direitos trabalhistas se soma a outras pautas sensíveis, como a denúncia de uma suposta quadrilha na gestão estadual da Saúde feita pela senadora Eudócia. A pressão popular por mudanças estruturais parece ter chegado ao Congresso, mas o caminho até a votação ainda é incerto.
O próximo passo esperado é a definição do calendário na CCJ, onde o relator tentará construir consenso entre os senadores. Caso a proposta avance, o plenário será o teste final para medir a força do movimento pelo fim da escala 6×1 no país.
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