O tabuleiro político de Alagoas já começa a ser desenhado para o pós-2026, e os nomes de Renan Calheiros e de um possível aliado no Tribunal de Contas do Estado (TCE-AL) ganham destaque nos bastidores. A especulação, que circula nos corredores do poder, aponta para uma reorganização de forças que pode mudar o equilíbrio estadual.
Enquanto isso, o pré-candidato ao governo João Henrique Caldas (JHC) acompanha o cenário de perto. A movimentação em torno de Renan no Palácio e a indicação de Dantas para o TCE-AL são vistas como peças-chave nesse xadrez, que envolve alianças e acordos que ainda estão em aberto.
A leitura predominante é a de que essas articulações miram um novo ciclo de poder, com negociações que atravessam os limites partidários. O ex-governador Ronaldo Lessa, por exemplo, já aposta em uma aliança de JHC com o presidente Lula em 2026, afirmando que o pré-candidato deve apoiar o presidente na disputa nacional.
O cenário, contudo, é de cautela: nenhum acordo está fechado, e as conversas seguem em ritmo acelerado nos bastidores. A expectativa é que os próximos meses sejam decisivos para consolidar ou descartar essas possibilidades, com reflexos diretos na composição do governo e dos órgãos de controle.
Para os analistas, o movimento indica que a política alagoana se prepara para uma nova etapa, na qual as alianças serão testadas e os nomes, reposicionados. O próximo passo deve ser a oficialização de pré-candidaturas e a abertura de negociações mais concretas, que podem redesenhar o mapa do poder no estado.
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