O número de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Alagoas chega a 33 mil, segundo o Censo 2022 do IBGE. A maior parte desse público é formada por crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos, faixa etária em que a intervenção precoce e o acompanhamento especializado podem fazer diferença no desenvolvimento.
Diante desse cenário, cresce a demanda por abordagens personalizadas, que considerem as particularidades de cada paciente. Profissionais da área destacam que o tratamento individualizado tem ganhado espaço, com terapias focadas em comunicação, socialização e autonomia.
A tendência reflete uma mudança na política de saúde pública, que busca ampliar o acesso a serviços especializados. Em Alagoas, o desafio é garantir que esse modelo chegue a todas as regiões, especialmente no interior do estado.
O próximo passo esperado é a ampliação de centros de referência e a capacitação de equipes multidisciplinares para atender a crescente demanda. A expectativa é que o tema ganhe destaque na agenda política local nos próximos meses.
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