O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta semana a distribuição do tempo de rádio e TV dos candidatos à Presidência da República no horário eleitoral gratuito. A propaganda começa no dia 28 de agosto e vai até 1º de outubro, véspera do primeiro turno.

A divisão do tempo segue as regras eleitorais, que levam em conta o tamanho das bancadas dos partidos na Câmara dos Deputados. Quanto maior a coligação, mais tempo o candidato terá para apresentar propostas e atacar adversários.

Enquanto isso, a campanha de Augusto Cury já passou por uma troca de marqueteiro na primeira semana, com a chegada de um publicitário ligado a Bolsonaro para assumir a comunicação. A mudança ocorre em meio a um cenário em que o eleitorado jovem encolheu 22% em 16 anos, alterando o peso das urnas no país.

A propaganda eleitoral marca o início da disputa presidencial e testa projetos em meio a crises, como aponta análise da rejeição à escolha. Pesquisa Quaest de 14 de agosto mostra Lula liderando com 38%, Flávio Bolsonaro crescendo e Caiado avançando no Sul, mantendo a polarização.

Com o horário eleitoral na reta final, a expectativa é que os candidatos intensifiquem a busca por votos indecisos e tentem reduzir a rejeição. O próximo passo será a análise dos programas eleitorais e o impacto das inserções na intenção de voto.

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