O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu, nesta quinta-feira (20), o tempo que cada candidato à Presidência da República terá na propaganda eleitoral gratuita em rede nacional de rádio e televisão, que começa em 28 de agosto. A distribuição do tempo segue a representação dos partidos na Câmara dos Deputados, incluindo as legendas que compõem coligações e que cumpriram os requisitos legais.

Na definição, o ex-presidente Lula terá o maior tempo, com 5 minutos e 31 segundos, pela Coligação Brasil Pronto para Mais (PT), que reúne também PCdoB, PV, PDT, PSB, PSOL e Rede. Em segundo lugar, Flávio Bolsonaro (PL) terá 4 minutos e 20 segundos. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), terá 2 minutos e 2 segundos. O candidato Augusto Cury (Avante) terá 35 segundos. Já Renan Santos (Missã), Zema (Novo) e os demais candidatos não terão tempo na propaganda eleitoral gratuita em rede.

Sorteio define ordem de exibição

Durante a audiência, o TSE também realizou o sorteio que definiu a ordem de exibição da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral. O Avante, de Augusto Cury, ficou em primeiro lugar, seguido pelo PSD, de Ronaldo Caiado; pelo PL, de Flávio Bolsonaro; e pela coligação de Lula. Nos dias seguintes, a ordem será alterada conforme as regras do horário eleitoral.

O horário eleitoral gratuito é um dos principais instrumentos de campanha, especialmente para candidatos com maior tempo de exposição. A definição do TSE ocorre em um momento de intensa movimentação política, com convenções partidárias definindo coligações e candidaturas em todo o país, como apontam os links relacionados sobre o calendário eleitoral e as convenções.

Enquanto isso, a propaganda eleitoral terá regras rígidas sobre o que os candidatos podem ou não fazer, conforme orientação do TSE. A expectativa é que a disputa presidencial seja marcada por forte polarização, com Lula e Flávio Bolsonaro tendo os maiores tempos de TV, o que pode influenciar a percepção do eleitorado.

O cenário político nacional segue em evolução, com definições de vices e alianças ainda pendentes em alguns estados, como mostram as notícias sobre convenções partidárias e os desafios enfrentados por candidatos em diferentes regiões.

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