O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga nesta semana o caso do vídeo manipulado por inteligência artificial do ex-presidente Jair Bolsonaro, exibido pelo PL. A decisão promete cravar a régua sobre o uso de deepfakes no processo eleitoral, tema que já tira o sono de pré-candidatos como João Henrique Caldas (JHC), cotado ao governo de Alagoas em 2026.
Na prática, o tribunal vai decidir se a ferramenta pode ser usada como arma de campanha ou se configura propaganda enganosa. O caso ganha peso porque a IA já é vista como a nova fronteira da disputa política, capaz de fabricar falas e cenas com realismo assustador.
Para o cenário alagoano, a repercussão é imediata: JHC, que desponta como nome ao Palácio República dos Palmares, terá que navegar em um ambiente onde a verdade pode ser editada em segundos. A decisão do TSE, portanto, não é só técnica — é um escudo contra a desinformação.
O próximo passo é observar como os tribunais regionais vão aplicar a regra nos estados. Em Alagoas, a expectativa é que o caso sirva de alerta para as campanhas, que já ensaiam estratégias digitais para 2026.
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