A União Europeia está muito atrás de Estados Unidos e China na disputa por minerais críticos, segundo alerta publicado pelo jornal. A avaliação, repercutida pelo portal Tribuna do Sertão, aponta que o bloco europeu perde terreno justamente no momento em que a demanda por lítio, cobalto e terras raras dispara.
Enquanto Washington e Pequim fecham acordos bilaterais e injetam bilhões em mineração e refino, Bruxelas se arrasta em burocracia e licenciamentos demorados. A indústria europeia critica a lentidão e diz que o atraso compromete a produção de baterias, chips e equipamentos de defesa.
O diagnóstico não é novo, mas ganha urgência com a escalada da rivalidade tecnológica global. Para especialistas, sem acesso garantido aos minérios, a UE corre o risco de virar mero comprador de tecnologia alheia, pagando caro por insumos controlados por outros blocos.
O próximo passo esperado é a aprovação de uma lei europeia de matérias-primas críticas, com metas de extração e reciclagem. A pressão, porém, é para que o texto saia do papel antes que a janela de oportunidade se feche de vez.
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