A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) saiu em defesa da tolerância e contra a violência após o ataque a um jovem no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS). Em nota, o reitor Roberto Medronho afirmou que a instituição repudia o ocorrido e estuda punições para os responsáveis.

Segundo Medronho, a universidade não aceita nazismo, antissemitismo nem qualquer forma de discriminação, mas também condena a agressão física. A declaração foi dada em resposta ao episódio que chocou a comunidade acadêmica e levantou debate sobre os limites do ativismo político dentro dos campi.

Como próximo passo, a reitoria pretende criar um conselho consultivo de humanidades, com o objetivo de mediar conflitos e evitar que situações como essa se repitam. A medida busca equilibrar a liberdade de expressão com a segurança dos estudantes, em um clima político cada vez mais tenso nas universidades federais.

A expectativa é que o conselho seja formado por especialistas de diferentes áreas e comece a funcionar ainda neste semestre, enquanto a apuração interna sobre o caso segue em andamento.

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