Um novo estudo acende o alerta para gestantes que usam cigarros eletrônicos: o vapor com sabor de baunilha, um dos mais populares, pode interferir no desenvolvimento dos bebês ainda no útero. A pesquisa aponta que a vanilina, substância responsável pelo aroma, estaria por trás de problemas na fase inicial da formação embrionária.
Segundo o levantamento, divulgado pelo portal Tribuna do Sertão, a exposição ao aromatizante durante a gravidez pode comprometer etapas críticas do desenvolvimento fetal. O estudo reforça preocupações já existentes sobre os riscos do vape, que muitas vezes é visto como alternativa menos nociva ao cigarro tradicional.
Especialistas ouvidos na matéria destacam que a vanilina, embora seja um composto comum na indústria alimentícia, ganha outra dimensão quando inalada em altas temperaturas e misturada a outras substâncias químicas do vapor. A recomendação é que gestantes evitem completamente o uso de cigarros eletrônicos.
O tema deve ganhar repercussão entre parlamentares e órgãos de saúde, que já discutem a regulamentação dos dispositivos no país. A expectativa é que novos estudos aprofundem a relação entre os sabores e os danos à gestação, pressionando por medidas mais rígidas de controle.
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