Veículos de comunicação alagoanos denunciam que a publicidade institucional está sendo usada como ‘mordaça’ para proteger o pré-candidato ao governo João Henrique Caldas (JHC). A prática, segundo os denunciantes, condiciona contratos de propaganda oficial à ausência de críticas ao político.
A denúncia, repercutida pela Tribuna do Agreste, aponta que o uso de verba pública para ‘comprar’ silêncio da imprensa seria uma estratégia para blindar a imagem de JHC em ano pré-eleitoral. Os veículos alegam que a pressão é velada, mas efetiva: quem ousa questionar o pré-candidato perde faturamento.
Para os comunicadores, a manobra fere a liberdade de imprensa e transforma o dinheiro do contribuinte em instrumento de censura indireta. A prática, se confirmada, pode configurar abuso de poder econômico e político, além de crime eleitoral.
A expectativa é que o caso ganhe os tribunais e o Ministério Público Eleitoral, que deverá investigar se há desvio de finalidade na aplicação dos recursos públicos. Enquanto isso, JHC segue como pré-candidato, agora sob a sombra de mais uma polêmica que pode marcar sua corrida ao Palácio dos Martírios.
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