O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, repudiou na França, durante reunião do G7, a conduta de nações que se beneficiam financeiramente da destruição gerada por guerras, defendendo mecanismos de cooperação internacional.
Em declarações à Rádio Nacional, Vieira enfatizou a necessidade de desenvolver e manter instrumentos que promovam a colaboração e a coexistência pacífica entre os países, como forma de mitigar os efeitos globais dos conflitos regionais.
O chanceler brasileiro destacou a complexidade dos confrontos atuais, que se manifestam de diversas e fragmentadas formas, exemplificando com situações como as de Gaza, Cisjordânia e Ucrânia.
Vieira ressaltou que a exploração da destruição bélica para obter vantagens econômicas tem um impacto deletério na economia globalizada.
A posição do Brasil neste cenário envolve a busca pela preservação de acordos de cooperação e a promoção de estratégias que incentivem o entendimento e a prevenção de novos conflitos.
Ele reiterou o compromisso do Brasil em manter uma postura de equidistância, incentivando negociações que levem as partes a depor as armas e, assim, salvar vidas e infraestruturas econômicas.
A diplomacia brasileira se alinha com o papel fundamental das Nações Unidas na manutenção da paz e segurança internacionais, onde o Brasil busca ativamente soluções pacíficas.
