Um novo estudo científico levanta a possibilidade de que a suplementação de vitamina D em altas doses, como 5.000 UI, possa reduzir o risco de demência. A pesquisa, divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, observou efeitos positivos no consumo do micronutriente, mas ainda não há consenso na comunidade médica sobre a dosagem ideal.
Os pesquisadores analisaram dados de pacientes que fizeram uso da vitamina e encontraram uma associação entre a suplementação e a menor incidência de quadros demenciais. O resultado anima especialistas, que veem na substância uma possível aliada na prevenção de doenças neurodegenerativas, embora alertem para a necessidade de mais estudos antes de qualquer recomendação generalizada.
O achado chega em um momento em que a população idosa cresce no Brasil e no mundo, elevando a preocupação com a saúde cerebral. A vitamina D, já conhecida por seu papel na saúde óssea, ganha agora destaque como potencial ferramenta de proteção cognitiva, mas a comunidade científica segue cautelosa quanto à automedicação.
O próximo passo esperado é a realização de ensaios clínicos mais amplos para confirmar a eficácia e definir as doses seguras. Até lá, especialistas recomendam que a suplementação seja feita apenas com orientação médica, já que o excesso do nutriente também pode trazer riscos à saúde.
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