O candidato do Novo ao governo, Romeu Zema, levantou polêmica ao afirmar que a vacinação obrigatória não é compatível com a democracia. A declaração foi dada durante sabatina no Jornal Nacional, na noite desta quinta-feira.
Zema argumentou que a decisão de se vacinar deve ser individual, e não imposta pelo Estado. A fala repercutiu negativamente entre especialistas em saúde pública, que apontam risco de retrocesso no combate a doenças.
O candidato, que já havia sinalizado posição contrária a medidas restritivas, reforçou o discurso liberal. A declaração deve ser usada pelos adversários na disputa eleitoral.
Próximo passo: a campanha de Zema deve tentar explicar a fala, enquanto o tema da saúde pública segue como um dos mais sensíveis na reta final das eleições.
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