Com o início das férias escolares, cresce a preocupação com o tempo que crianças e adolescentes passam em frente a celulares, tablets e videogames. O hábito, cada vez mais comum, acende o alerta entre profissionais de saúde em Alagoas sobre os impactos na saúde musculoesquelética dos pequenos.
O ortopedista pediátrico Carlos Mendes, do Hospital Universitário de Maceió, destaca que o excesso de telas reduz a prática de atividades físicas e aumenta o sedentarismo. “O corpo da criança precisa de movimento para se desenvolver adequadamente. Horas sentado na mesma posição podem gerar dores na coluna e problemas posturais”, explica.
A recomendação é que os pais estabeleçam limites de tempo para o uso de dispositivos e incentivem brincadeiras ao ar livre. Em Maceió, parques e praças têm sido opções buscadas por famílias que querem equilibrar lazer digital e saúde.
A expectativa é que o debate sobre o tema ganhe força na volta às aulas, com possíveis ações de conscientização nas escolas alagoanas. Enquanto isso, a dica dos especialistas é clara: menos tela, mais movimento.
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