A data de 5 de julho ganhou um novo capítulo trágico para o futebol brasileiro. Neste domingo, a Seleção Canarinho foi eliminada da Copa do Mundo pela Noruega, em partida marcada pela atuação implacável do atacante Erling Haaland, que se consolidou como o carrasco da vez. O resultado precoce enterra o sonho do hexacampeonato e reacende fantasmas de 1982, quando a Itália de Paolo Rossi também tirou o Brasil do torneio na mesma data.
A derrota expõe fragilidades táticas e emocionais da equipe, que não conseguiu conter o poder ofensivo norueguês. Haaland, com dois gols, foi o nome do jogo e deixou a defesa brasileira sem respostas. O técnico, visivelmente abalado, reconheceu que o time não esteve à altura do desafio e que o planejamento precisa ser revisto.
Nas redes sociais, a torcida brasileira reagiu com indignação e ironia, lembrando que o 5 de julho parece amaldiçoado. Políticos alagoanos, como o senador Renan Calheiros, usaram o episódio para criticar a gestão esportiva do país. ‘É mais um exemplo de como o planejamento de longo prazo é negligenciado’, ironizou o parlamentar.
Agora, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enfrenta pressão para uma reformulação profunda. O próximo passo esperado é a convocação de uma coletiva para anunciar mudanças na comissão técnica e um novo ciclo de preparação visando a próxima Copa.
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