A máxima de que idade é apenas um número ganha força nas eleições de 2026. Levantamentos recentes, como os da Quaest, indicam que o eleitorado está mais atento a propostas e histórico do que à faixa etária dos postulantes. Em Minas Gerais, por exemplo, a disputa segue indefinida, com 63% dos eleitores aptos a mudar de voto, o que reforça a volatilidade do cenário.
Em São Paulo, nomes como Marina Silva e Simone Tebet lideram a corrida ao Senado, mostrando que a experiência pode ser um trunfo, mas não garante vantagem automática. Já na Bahia, ACM Neto e Jerônimo Rodrigues aparecem em empate técnico, evidenciando que a polarização política supera qualquer debate sobre idade.
No Paraná, a disputa por duas vagas no Senado também chama atenção, com Álvaro Dias e Alexandre Curi liderando as intenções de voto. O cenário nacional sugere que o eleitor busca renovação, mas sem abrir mão de nomes com trajetória consolidada. A pergunta que fica é: até que ponto a idade influencia a decisão final?
Para a política alagoana, o recado é claro: quem pretende disputar o governo em 2026, como João Henrique Caldas (JHC), precisa apresentar projetos que dialoguem com essa nova realidade. A tendência é que o debate sobre capacidade e propostas supere qualquer preconceito etário, mas a definição só virá nas urnas.
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