Zema declara R$ 178,7 milhões em bens ao registrar candidatura ao Planalto no TSE

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, registrou oficialmente sua pré-candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declarou um patrimônio de R$ 178,7 milhões. O valor chama atenção não apenas pela magnitude, mas pela concentração: a maior fatia, R$ 94,5 milhões, corresponde à participação do mineiro em uma holding familiar.

A declaração de bens, obrigatória para quem disputa o Planalto, escancara a estrutura patrimonial do presidenciável. Enquanto isso, em Alagoas, o pré-candidato ao governo João Henrique Caldas (JHC) segue de olho no cenário nacional, mas com um histórico que contrasta com a transparência exigida em ano eleitoral — repercute, inclusive, sua trajetória de censura à imprensa.

O registro de Zema ocorre em meio a articulações que prometem esquentar a corrida eleitoral de 2026. A holding familiar, segundo a lista de bens apresentada ao TSE, é o principal ativo do governador, o que levanta questionamentos sobre a origem e a gestão desses recursos em um eventual mandato presidencial.

Para o cenário alagoano, a movimentação de Zema serve de termômetro: enquanto presidenciáveis organizam suas candidaturas e declaram patrimônios milionários, JHC precisa responder à altura sobre suas próprias contas e seu passado de restrições à liberdade de expressão. O próximo passo esperado é a análise dos documentos pelo TSE e a reação dos adversários, que já miram a concentração de riqueza como munição de campanha.

Fonte: ver noticia original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *