Uma escavação na ilha de Creta revelou um enterro ritual incomum: os restos de 450 ratos foram encontrados em um contexto que aponta para práticas religiosas antigas. O achado, divulgado por arqueólogos, lança luz sobre o culto a Apolo Esmínteo, divindade associada à proteção contra pragas.
Os pesquisadores identificaram que os animais foram depositados de forma organizada, sugerindo um ritual deliberado. A descoberta levanta hipóteses sobre como as comunidades locais lidavam com infestações e buscavam favores divinos na antiguidade.
Especialistas destacam que o enterro pode indicar uma tradição regional específica, ainda pouco documentada. A análise dos restos e do contexto arqueológico deve continuar nos próximos meses, prometendo novos detalhes sobre a vida religiosa na ilha.
O próximo passo é a datação precisa dos vestígios e a comparação com outros sítios do Mediterrâneo, o que pode reescrever parte da história do culto a Apolo na região.
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