Quem nunca enfrentou um voo atrasado ou cancelado sabe o transtorno que isso causa. Em Maceió, a situação tem lotado o 1º Juizado Especial, onde a juíza Maria Verônica relata que “há muitas demandas” relacionadas ao tema. O problema, comum em aeroportos, vira dor de cabeça para passageiros que desconhecem seus direitos.
A magistrada explica que, em caso de atraso, o passageiro tem direito a assistência material, como alimentação e hospedagem, dependendo do tempo de espera. Cancelamentos também geram obrigações para as companhias aéreas, que devem reacomodar ou reembolsar o cliente. A falta de informação, no entanto, agrava o cenário.
Com o aumento de voos na capital alagoana, a tendência é que esses processos cresçam ainda mais. Para a juíza, a orientação prévia é a chave para evitar aborrecimentos e garantir que o consumidor não saia perdendo — nem no bolso, nem no tempo.
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