A biometria volta a ser usada nas eleições deste ano como ferramenta de segurança para evitar fraudes e garantir a lisura do pleito. O sistema estará disponível em todas as seções eleitorais do país, mas não é obrigatório para o eleitor que estiver com o título regular.
Na prática, o eleitor que tiver o cadastro biométrico atualizado poderá votar usando a impressão digital, o que agiliza a identificação e reduz riscos de duplicidade. Quem não fez o recadastramento, porém, não fica impedido de votar — desde que apresente documento oficial com foto.
A medida é vista como um avanço na modernização do processo eleitoral, mas ainda enfrenta desafios de adesão em algumas regiões. A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores verifiquem sua situação no site do TSE antes do pleito.
Para 2026, a expectativa é de que a biometria cubra a maioria das seções, mas a obrigatoriedade total segue em discussão. O próximo passo é ampliar o cadastramento nos estados com menor cobertura, como Alagoas, onde parte do eleitorado ainda não fez o registro biométrico.
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