Centenário de Jayme Miranda: a trajetória de um intelectual orgânico da classe trabalhadora

No dia 18 de julho, Maceió celebra o centenário de nascimento de Jayme Amorim de Miranda (1926–1975), advogado e jornalista que se tornou um dos símbolos da resistência à ditadura militar em Alagoas. Filho de uma família de dez irmãos, Miranda construiu uma carreira marcada pela defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores, o que o colocou na mira do regime.

A trajetória de Jayme Miranda, que atuou como intelectual orgânico da classe trabalhadora, ecoa até hoje em debates sobre memória e justiça. Ele foi um dos alagoanos vítimas da repressão política, e seu legado é resgatado em artigos e homenagens que destacam sua luta por liberdade e democracia. A data reacende a discussão sobre os anos de chumbo e a necessidade de preservar a história de quem enfrentou o arbítrio.

O centenário também levanta questionamentos sobre o atual cenário político em Alagoas, onde a memória de figuras como Miranda ainda inspira movimentos sociais e entidades de direitos humanos. O próximo passo esperado é a ampliação de iniciativas que mantenham viva a história de resistência, como o artigo Jayme Miranda: um século de memória, luta e resistência que ecoa em Alagoas, que detalha sua contribuição.

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