A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), projeto de lei que classifica como atividades de risco as carreiras de fiscalização federal e advocacia pública. A proposta autoriza o porte de arma de fogo para esses profissionais, tanto durante o serviço quanto fora do expediente.
A medida amplia o rol de categorias com acesso facilitado a armas, em um momento em que o debate sobre segurança pública e armamento civil divide opiniões no Congresso. Auditores e advogados públicos agora se juntam a outras profissões já contempladas por legislações anteriores.
Críticos apontam que a justificativa de “risco” pode abrir precedentes para novas categorias, enquanto defensores argumentam que a proteção é necessária diante de ameaças reais enfrentadas no dia a dia. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ir a plenário.
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