As convenções partidárias em Alagoas estão mais parecidas com a Torre de Babel do que com palanques organizados. A avaliação é de articuladores políticos que acompanham os bastidores das negociações para 2026, quando o tabuleiro sucessório promete reviravoltas.
No centro das especulações, o pré-candidato ao governo João Henrique Caldas (JHC) repercute como um dos nomes que tentam se firmar em meio ao ruído de alianças e discursos divergentes. A falta de clareza nos acordos levanta dúvidas sobre quem realmente sai fortalecido das convenções.
Enquanto uns pregam união em torno de projetos comuns, outros denunciam que os encontros servem apenas para acomodar interesses pessoais. A ironia do cenário é que, quanto mais convenções acontecem, menos o eleitorado entende o que está em jogo.
O próximo passo esperado é que os partidos definam coligações e prazos oficiais, mas até lá, a expectativa é de mais discursos e pouca definição prática. A política alagoana segue, assim, tentando traduzir suas próprias torres.
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