Em um cenário de imprevisibilidade, a preparação é a única arma contra os estragos de um terremoto. A avaliação é de um especialista, que reforça a necessidade de políticas preventivas para mitigar os impactos de abalos sísmicos, tanto em estruturas quanto na população.
O especialista destaca que, sem a possibilidade de prever com exatidão quando e onde um tremor vai ocorrer, o investimento em infraestrutura resiliente e em educação da população se torna essencial. Ações simples, como saber como agir durante o abalo, podem salvar vidas.
A discussão ganha relevância em um momento em que a prevenção a desastres naturais entra na pauta de gestores públicos. A expectativa é que o tema inspire novas iniciativas e políticas de proteção civil em âmbito estadual e municipal.
O próximo passo, segundo o especialista, é transformar a recomendação em ação concreta, com a criação de planos de contingência e a realização de simulações periódicas. A população, por sua vez, deve cobrar das autoridades a implementação dessas medidas.
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