A Defensoria Pública de Alagoas ajuizou uma ação civil pública contra a Prefeitura de Maceió e a Alurb para cobrar a regularização de uma dívida superior a R$ 50,8 milhões com as empresas Via Ambiental e Naturalle, responsáveis pela coleta de lixo da capital. O órgão alerta que o passivo acumulado compromete a continuidade do serviço essencial.
O valor, que já ultrapassa os R$ 50 milhões, levanta dúvidas sobre a capacidade de pagamento do município e expõe a fragilidade do sistema de limpeza urbana. A Defensoria argumenta que a situação pode levar ao colapso da coleta, deixando a cidade à mercê do acúmulo de resíduos.
A ação mira a gestão municipal, que agora terá que apresentar um plano de regularização ou enfrentar as consequências judiciais. A população, enquanto isso, segue na expectativa de que o serviço não pare — e que a sujeira não vire rotina.
O próximo passo é a análise do pedido pela Justiça, que pode determinar prazos e sanções caso a prefeitura não se manifeste. A crise na coleta de lixo, mais uma vez, expõe os desafios da administração pública em Maceió.
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