O prefeito de Maceió, João Henrique Clem (JHC), demonstra apreensão com o possível contágio da rejeição de novos aliados em sua campanha à reeleição. A dúvida, no entanto, paira sobre quem seriam esses nomes — e o silêncio do gestor só aumenta a especulação no cenário político alagoano.
Nos últimos dias, JHC recebeu o apoio de grupos como os Malta, de Canapi, e os Garrote, de Estrela, ambos com falas e tradições políticas que beiram o autoritarismo. A ironia é que, em Alagoas, ninguém escapa de alianças espinhosas em eleições majoritárias, mas o caso do prefeito chama atenção pela seletividade do medo.
Enquanto isso, a rejeição política em Alagoas segue como um fantasma que assombra candidatos. A incerteza sobre o impacto desses apoios no eleitorado de Maceió já provoca debates nos bastidores, com analistas apontando que JHC pode estar pisando em um campo minado.
O próximo passo do prefeito será definir se mantém abertas as portas para esses clãs ou se tenta um distanciamento estratégico para evitar desgastes. A resposta pode vir nos próximos eventos de campanha, onde cada aperto de mão será observado com lupa.
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