O editor-chefe da Tribuna do Agreste acionou a Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) para apurar possível uso de inteligência artificial em uma decisão judicial. A representação foi motivada por um trecho com marca de instrução automatizada em uma liminar que determinou a remoção de uma reportagem sobre o IPREV Maceió.
Segundo a fonte, o documento judicial apresenta sinais de que teria sido redigido com auxílio de ferramenta de IA, o que levanta dúvidas sobre a autoria e a fundamentação da decisão. O caso envolve a retirada de conteúdo jornalístico do ar, o que amplia a gravidade da apuração.
A Corregedoria do TRE-AL agora deve analisar a representação e decidir se abre procedimento disciplinar. O episódio reacende o debate sobre o uso de tecnologia por magistrados e os limites da atuação judicial sobre a imprensa.
O próximo passo é a manifestação do órgão correcional, que pode resultar em punição ou arquivamento. A decisão deve repercutir no meio jurídico e entre veículos de comunicação que acompanham o caso.
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