O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) arquivou, em 2024, a investigação que apurava possível improbidade administrativa no não repasse de contribuições previdenciárias durante as gestões de Cícero Almeida e Rui Palmeira à frente da Prefeitura de Maceió. A decisão foi divulgada pela Folha de Alagoas.
Segundo o órgão, não houve intenção de causar dano ao erário, e a dívida foi integralmente quitada pelo gestor seguinte. O MP destacou que a ausência de dolo afasta a caracterização de ato ímprobo, encerrando o caso sem punições.
A informação, veiculada pelo site Folha de Alagoas, ressalta que o arquivamento ocorreu após análise documental e depoimentos. A decisão põe fim a um capítulo que gerou ruído político na capital alagoana, mas não detalha valores ou prazos do pagamento.
Com o caso encerrado, o tema perde força no debate local, mas pode ser reavivado em 2026, quando a gestão municipal volta ao centro das discussões eleitorais. A quitação do débito, porém, fica como trunfo para os sucessores citarem em suas campanhas.
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