O Ministério Público de Alagoas (MPAL), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf), pediu a condenação de integrantes de uma organização criminosa denunciada na Operação Portorium. As penas solicitadas somam até 411 anos de prisão.
A ação é resultado de investigações que apontaram um esquema de fraudes tributárias milionárias, com atuação em múltiplos estados. O MPAL detalhou que os crimes envolvem sonegação fiscal e lavagem de ativos, com prejuízo estimado aos cofres públicos.
Os denunciados foram alvo de operações que alcançaram três estados, conforme apuração da República do Povo. A expectativa é que o caso avance na Justiça, com novas audiências e possíveis desdobramentos sobre o esquema criminoso.
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