A Polícia Civil do Distrito Federal decidiu arquivar, nesta terça-feira (1º), o inquérito que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro no caso da arma de fogo apreendida com um de seus seguranças. A corporação concluiu que não há elementos para indiciar o ex-mandatário, encerrando a apuração iniciada após o militar do Exército Estácio Leite da Silva Filho ser flagrado em uma blitz com o armamento.
O episódio, ocorrido no mês passado, levantou suspeitas sobre o envolvimento de Bolsonaro na posse irregular da pistola. Durante o depoimento à polícia, o ex-presidente alegou desconhecimento total sobre a situação, estratégia que agora se reflete na decisão do inquérito. Enquanto isso, o STF reabriu investigação sobre o caso, dando 48 horas para PGR e defesa se manifestarem.
A decisão da Polícia Civil do DF contrasta com o movimento no Supremo Tribunal Federal, que mantém a investigação em andamento. O ex-presidente, que já depôs à corporação alegando desconhecimento, agora aguarda os próximos capítulos no STF, onde a pressão sobre sua defesa deve aumentar.
O arquivamento no DF não encerra a novela jurídica de Bolsonaro. Com o STF no páreo, a expectativa é que o caso ganhe novos desdobramentos nos próximos dias, especialmente após o prazo para manifestações da Procuradoria-Geral da República e da defesa do ex-presidente.
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