A disputa pelo Senado em Alagoas em 2026 está definida com quatro nomes anunciados como candidatos: Alexandre Fleming (UP), Davi Davino Filho (Republicanos), José Wanderley (MDB) e Renan Calheiros (MDB). As convenções partidárias, que oficializam os candidatos, terminam nesta quarta-feira (5), e as siglas têm até as 19h do dia 15 de agosto para registrar as chapas na Justiça Eleitoral. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, com possível segundo turno para cargos majoritários em 25 de outubro.
O cenário político alagoano para o Senado reúne perfis distintos: um professor e historiador, um empresário com passagem pela Assembleia Legislativa, um médico cardiologista e um político com longa trajetória no Congresso Nacional. A diversidade de origens reflete a complexidade do eleitorado local, que também escolherá governador, deputados federais e estaduais no mesmo pleito.
Perfis dos candidatos ao Senado por Alagoas
Alexandre Fleming Vasques Bastos é professor de História do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), graduado em História e mestre em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de atuar como historiador e jornalista. Ele já disputou a Prefeitura de Maceió em 2012 pelo PSOL. Em 2026, foi escolhido pela Unidade Popular como candidato ao Senado durante a convenção que também confirmou Lenilda Luna para o Governo de Alagoas.
Davi Davino Filho é empresário e foi deputado estadual por dois mandatos consecutivos. Na Assembleia Legislativa de Alagoas, coordenou a Frente Parlamentar da Juventude e presidiu a Comissão de Ciência e Tecnologia. Em 2020, disputou a Prefeitura de Maceió; dois anos depois, concorreu ao Senado e terminou em segundo lugar. A nova candidatura foi confirmada pelo Republicanos durante convenção realizada na terça-feira (5).
José Wanderley Neto, conhecido como Dr. Wanderley, é médico cardiologista e professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Também foi secretário — a notícia original não detalha qual pasta ou período. Sua candidatura pelo MDB amplia a presença da legenda na disputa, que também lança Renan Calheiros.
Renan Calheiros é um dos nomes mais experientes da política alagoana, com longa trajetória no Senado Federal. A notícia original não especifica seus mandatos anteriores, mas sua candidatura pelo MDB consolida a força do partido no estado, que terá dois postulantes na corrida pela vaga.
Panorama eleitoral e prazos
As convenções partidárias, que ocorrem entre julho e início de agosto, são o primeiro passo oficial para a definição das candidaturas. Após a escolha interna, os partidos precisam registrar os nomes na Justiça Eleitoral até 15 de agosto, prazo que permite ajustes nas chapas após as convenções, como explica o portal República do Povo em matéria sobre as regras eleitorais.
Em Alagoas, a disputa pelo Senado ocorre em meio a um cenário político movimentado. O Republicanos já oficializou Davi Davino Filho como candidato ao Senado em convenção em Maceió, enquanto outras siglas, como o Podemos em Minas Gerais, também definem suas chapas majoritárias e proporcionais, conforme noticiado pelo portal.
O eleitorado alagoano também acompanha desdobramentos nacionais que podem influenciar o pleito local, como as polêmicas envolvendo candidaturas no Rio de Janeiro, incluindo o caso do vice de Flávio Bolsonaro, alvo de inquérito no STF. Esses fatores, somados às alianças regionais, devem pautar o debate até outubro.
Com quatro candidatos confirmados, a corrida ao Senado por Alagoas promete ser acirrada, unindo nomes com bases eleitorais consolidadas e novos atores políticos. A definição final das chapas, porém, depende do registro na Justiça Eleitoral, que ocorrerá até o dia 15 de agosto.
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