O Brasil registrou queda no índice de analfabetismo, mas Alagoas continua na contramão do progresso. Os dados, divulgados nesta semana, mostram que o estado ainda patina com taxas superiores à média nacional, reforçando a urgência de políticas educacionais mais robustas.
Para o senador Renan Calheiros, o cenário exige “um choque de gestão” na educação alagoana. Ele critica a falta de investimentos contínuos e a descontinuidade de programas que poderiam ter reduzido o déficit histórico. Já o ministro dos Transportes, Renan Filho, lembra que, durante seu governo, houve avanços, mas admite que “o desafio persiste”.
A situação acende um alerta para o governo do estado e prefeituras, que precisam articular ações integradas. Enquanto isso, organizações sociais apontam que a erradicação do analfabetismo em Alagoas depende de um pacto que vá além de discursos e inclua metas claras e fiscalização.
O próximo passo esperado é a apresentação de um plano estadual de alfabetização, com cronograma e recursos definidos. Sem isso, Alagoas corre o risco de continuar repetindo o papel de lanterna nacional no ranking educacional.
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