Sargento da Marinha é alvo de busca e apreensão por suspeita de estupro de vulnerável em Maceió

A Polícia Civil de Alagoas (PC-AL) cumpriu, nesta quinta-feira (6), um mandado de busca e apreensão contra um sargento da Marinha do Brasil investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma adolescente, em Maceió. A ação foi realizada na Vila Naval da Marinha, no bairro do Poço, na capital alagoana. O militar, natural do Rio de Janeiro e atualmente lotado em Maceió, não teve o nome divulgado.

De acordo com a investigação, o crime teria ocorrido durante uma corrida de aplicativo solicitada pela vítima para voltar para casa. A polícia informou que o motorista, que também atua como sargento da Marinha, teria alterado a rota e cometido o abuso sexual, aproveitando-se da condição de a vítima ser menor de idade e estar sob efeito de álcool.

Materiais apreendidos e andamento do caso

Durante o cumprimento do mandado, os policiais apreenderam celulares, um notebook e pen drives do investigado. Os equipamentos serão periciados e podem auxiliar no andamento das investigações. A Polícia Civil informou ainda que o sargento já foi denunciado pelo Ministério Público de Alagoas e que o caso segue sob investigação para o completo esclarecimento dos fatos.

A delegada Thalita Aquino, da Delegacia de Crimes Contra Crianças e Adolescentes (DCCCA), confirmou que o investigado trabalha como motorista de aplicativo nas horas vagas. O g1 procurou a Marinha do Brasil para comentar a investigação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Panorama e repercussão

O caso ganha relevância em um contexto de crescente atenção às violências sexuais contra crianças e adolescentes no Brasil. Dados recentes apontam que a maioria dos casos de estupro de vulnerável ocorre dentro de casa, mas situações como esta, envolvendo transporte por aplicativo, expõem novas vulnerabilidades. A ação da PC-AL reforça a importância da atuação integrada entre forças de segurança e Ministério Público para responsabilização de agressores, independentemente de sua posição institucional.

A investigação segue em sigilo, e novas diligências podem ser realizadas a partir da análise do material apreendido. A comunidade, por sua vez, aguarda desdobramentos que garantam justiça à vítima e reforcem a proteção de menores em situações de risco.

Fonte: ver noticia original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *